preto no branco
Por vezes, nem acredito no que os meus olhos vêem, ou no que os meus ouvidos ouvem, surpreendidos. Ainda há muita injustiça e intolerância neste mundo.
É incrível como numa sociedade tão evoluída, tão inovadora no campo da ciência, da pintura, da literatura pode ser tão retrógada em certos parâmetros. E quando falo deste parâmetros, refiro-me a um em especial, sempre presente, mas habilidosamente escondido na falsa compreensão da nossa suja sociedade. Pois bem, direi directamente aonde quero chegar: o racismo, o facto de as pessoas se julgarem melhores, superiores só porque têm uma cor de pele diferente! Cor de pele!! Onde fomos nós chegar… E é assim que muita gente vive no escuro, no beco assustador que é ser marginalizado constantemente. Não terá chegado a altura de olharmos para nós mesmos e apercebermo-nos dos erros crassos que temos cometido? Da injustiça que temos semeado por toda a parte? Não será tempo de crescermos como seres humanos que somos? Afinal de contas, todos nós somos iguais, todos nós choramos quando alguém que nos é querido, morre, todos nós rimos quando sentimos a felicidade presente… Todos nós temos as mesmas capacidades e acima de tudo, todos nós temos um coração pelo qual nos deixamos guiar a maior parte das vezes.
Vamos atentar ao nosso lado humano, e deixar um pouco de parte as grandes descobertas e aventuras do exterior. Por que se não aprendermos a lidar com o que está cá dentro, com as nossas emoções, nunca poderemos apreciar de um modo sábio o que há lá fora.
1 Comments:
Todos diferentes todos anormais
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