Por vezes aparecem assim pessoas. Que nos fazem sorrir, que nos excedem as expectativas, ao máximo. Escondemos-lhes os defeitos, elevamos-lhes as qualidades e quando estão presentes é como se o mundo estivesse numa dimensão totalmente diferente: equilibrada, harmoniosa… simplesmente a felicidade existe.
Acordam-nos para a vida, fazem-nos sentir vivos. E não digo isto só de uma perspectiva romântica… estas pessoas tão especiais inspiram-nos, fazem-nos querer alcançar novos e cada vez mais longínquos horizontes. No meu ponto de vista o amor é cego mas não para sempre. Passo a explicar… o amor cega mas só temporariamente, até à altura em que nos apercebemos que esse alguém nos faz querer ser melhor como pessoas, que nos ensina a abrir os olhos para tudo o que há lá fora, para tudo o que não vemos quando nos preocupamos com as nossas fúteis desgraças.
O amor, a paixão, podem-nos modificar por completo. Podem-nos fazer querer mudar só para agradar ao outro e aí eu deixo de lhe chamar amor para chamar obsessão. O amor é dar-se por inteiro, é oferecer a verdadeira essência em troca de algo que não é certo, porque nunca sabemos, com certeza, se o sentimento é recíproco. É dar tudo o que temos e não tudo o que o outro quer. Vendo bem, se calhar é mesmo difícil distinguir esta diferença entre amor e obsessão. As pessoas mudam quando o amor as atinge, umas amolecem os seus defeitos, outras recriam as qualidades. Só que existem casos em que a pessoa se esforça ao máximo, que até abdica de si própria, da sua personalidade para agradar às exigências do outro… E agora pergunto eu, haverá algum limite equilibrado entre o amor saudável e a paixão obsessiva? Ou serão ambos um todo? Sinceramente custa-me a acreditar que o amor exija obsessão e vice-versa. Amar é acreditar, é ambicionar, é ficar feliz com aquele sorriso, é querer chorar com aquela palavra. Amar é encontrar o equilíbrio final para conseguir abraçar a força tão desejada para alcançar todos os nossos objectivos. A obsessão é precisamente o contrário: os horizontes são tapados, tudo o resto é esquecido. Enquanto que o amor gera felicidade pela alegria e vitória que traz no dia-a-dia, a obsessão gera infelicidade pelo descontentamento e insatisfação do que se tem.
Prefiro amar a cada dia, ficar feliz com a sua presença, ouvir o seu respirar, sentir o que está a pensar quando olha, sorrindo envergonhado para mim…

1 Comments:
oh pah... é axim... tu sabes EFECTIVAMNTE usar as palavras....! cnxegues dixer por escrito akilo k eu nem na mnha cabexa cnsigo clarifikar!! TBM KERO PAH! hehe...tou a sentir o meu 15 a portugues a ir por agua a baixo... lolol (eu escrevu tao mal! :$ )
bjinhu pa ti porka...
p.s.- n temus tadu la mt juntas.. :( kero as tardes d verao a arrastarmoNos plo xops e pla rua cm a plhokas, em tua e nas noxas casas a ver films infinitos (e a ler revistas podres - sou a mulher maça/tubo, ok??! hihihi), kero troia e as fotos "espontaneas" e tudo o k ns divertimos la!!, kero as tardes na pexina a apanhar escaldoes...o karaoke do apita o cmboio...os momntos n teu kuarto sem saber o k vestir antes d irms po pio...keroM escacar cntg por coisas patetas...kero...
miss u :( **** but still lov u :)
kiss***
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